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Você acha que a agricultura familiar é a solução para diminuir o êxodo rural?
Entidades organizativas da agricultura familiar, movimentos e associações propõem à Organização das Nações Unidas (ONU) a declaração do Ano Internacional da Agricultura Familiar para diminuir o êxodo rural, proporcionar o acesso à terra e realização da reforma agrária, propor o comercio internacional de produtos embasados numa efetiva e promissora política que estabeleça relação de mercado local e regional favoráveis aos produtores, com acesso à tecnologia e pesquisas direcionadas aos agricultores familiares, numa perspectiva global.
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Vendas

Supermercados do Rio de Janeiro vendem R$ 64 milhões em produtos orgânicos

Fonte: www.revistafator.com.br

Os supermercados são a grande fonte de produtos orgânicos ao consumidor brasileiro, seguidos a alguma distância por lojas especializadas e feiras típicas. Dados pesquisados pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados e divulgados nesta quinta-feira pela Bio Brazil Fair revelam um crescimento de 8% em sua comercialização nos supermercados, alcançando R$ 1,12 bilhão em 2011.

O departamento de economia da ABRAS também realizou recortes regionais de informações de seus associados, demonstrando que esses estabelecimentos no estado do Rio de Janeiro comercializaram R$ 64 milhões em produtos orgânicos durante o ano passado.

“O mercado de orgânicos nos supermercados tem apresentado um crescimento constante, com grande incremento de produtos, deixando de se limitar aos tradicionais hortifrutis. Nas grandes redes, a sua participação no faturamento é da ordem de 0,3% e tende a crescer nos próximos anos”, afirma o presidente da Abras, Sussumu Honda.

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Brasil tem mais de 4,5 mil produtos com selo da Agricultura Familiar

Fonte: revistagloborural.globo.com

O Brasil atingiu a marca de 500 permissões para o uso do Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar (Sipaf). Com isso, mais de 4,5 mil produtos disponíveis no mercado com o selo.

O Sipaf foi concedido a 136 associações e cooperativas de agricultores familiares e outras 30 empresas representantes de 77 mil produtores de todo o país, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Rio Grando do Sul, Paraná, São Paulo e Minas Gerais são, respectivamente, os estados com o maior número de agricultores que utilizam o selo. A utilização do Sipaf é voluntária.

O selo foi criado com o objetivo de dar visibilidade às empresas e aos empreendimentos que promovem a inclusão econômica e social dos agricultores, gerando renda e emprego no campo

 

No RS, produtores de kiwi esperam aumento de 20% nesta safra

Na propriedade de Sérgio Bohm, em Farroupilha, na Serra Gaúcha, estão plantados cinco hectares de kiwi. A expectativa para esta safra é colher 100 toneladas, 10% a mais do que em 2011.

Toda a produção vai ser vendida para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O preço varia entre R$ 0,80 e R$ 1,20 o quilo, dependendo da variedade.

O baixo custo de produção aumenta os ganhos dos produtores. A expectativa é colher duas mil toneladas nesta safra, 20% a mais do que no ano passado.

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Projeto com batata doce atende demanda da agricultura familiar

O projeto já está na terceira etapa de colheitas e os resultados vão contribuir para que os agricultores possam saber quais são os melhores cultivares para produção de raiz ou de folhagem. Os resultados oficiais do projeto desenvolvido pelo curso de Agroecologia do Instituto Federal de Santa Catarina, Campus Canoinhas, devem ser divulgados nos meses de junho e julho. A professora responsável Cristina Duda de Oliveira afirma que com essa informação poderá ser feito um escalonamento de produção.

- O trabalho está com 120 dias de implantação da cultura no campo. Nós estamos trabalhando com seis cultivares de batata doce e tem algumas que a gente já viu precocidade aos 90 dias com produção comercial. Ainda faltam ser feitas as tabulações e verificar quanto foi essa produção. Nós estamos trabalhando com adubação orgânica, no caso utilizando cama de aviário. E isso selecionando qual dos materiais, qual variedade, qual cultivar produz mais, o produtor terá como optar por uma cultivar mais precoce, outra mais tardia - ressalta.

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Artesãs transformam couro de peixe em negócio sustentável

Processamento de efluentes é licenciado pelo Instituto Ambiental do Paraná

A Associação dos Curtidores Artesanais de Pele de Peixe Ryo & Mar, de Guaratuba (PR), é um exemplo de trabalho criativo e sustentável. As trabalhadoras associadas apostaram no curtimento do couro de peixe para crescer e lucrar. E mais: o que era tratado como lixo virou matéria-prima para confecção de bolsas, carteiras, chaveiros e outros acessórios artesanais.

São precisos três dias para o curtimento. A técnica utiliza tanino vegetal e cromo a 2%, o que dá mais firmeza à peça. No último dia, acrescenta-se tinta à solução. Após essa etapa, o produto é colocado para secar à sombra. “Depois, é dar asas à imaginação”, brinca a presidente da Ryo & Mar, Angela Sfendrych.

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