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Preço do pescado

Previsão de tempo

Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

Monocultivo e policultivo de camarão-branco e parati em sistemas de bioflocos e água clara

O camarão-branco é considerado promissor para a aquicultura no Brasil: ele atinge um tamanho maior do que outras espécies nativas, possui hábito alimentar onívoro e se aproveita de restos de alimentos e fezes sedimentadas no fundo dos viveiros. Uma equipe  de pesquisadores da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e da Universidade Federal do Amazonas publicou recentemente uma avaliação do monocultivo e policultivo do camarão-branco e do parati em sistema de bioflocos e água clara. O policultivo prejudicou o desempenho dos camarões. Enquanto o floco microbiano contribuiu significativamente para o crescimento e melhoria da conversão alimentar dos juvenis de camarão, para os paratis o desempenho foi superior para a maioria das variáveis em sistema de água clara.

A possibilidade de criação de juvenis de paratis e camarão-branco em sistemas onde há uma fonte suplementar de alimento (bioflocos), pode ser uma alternativa para aperfeiçoar a produção em cativeiro, melhorar a qualidade de água, reduzir as descargas dos efluentes e a introdução de doenças. Os juvenis de camarão-branco e parati foram capturados por pescadores artesanais da Ilha da Madeira, Itaguaí, Rio de Janeiro. Índices zootécnicos, como peso final, ganho de peso, taxa de crescimento específico, conversão alimentar aparente, produtividade e sobrevivência, foram avaliados. O parati em monocultivo e policultivo na menor densidade de estocagem (5 m²) apresentaram peso final, ganho de peso e taxa de crescimento específico superiores ao policultivo na maior densidade (10 m²).

Leia o artigo aqui.

Foto: Tom Murray

O camarão-branco é considerado promissor para a aquicultura no Brasil: ele atinge um tamanho maior do que outras espécies nativas, possui hábito alimentar onívoro e se aproveita de restos de alimentos e fezes sedimentadas no fundo dos viveiros. Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal Rural do by Provider" style="z-index: 2147483647;"> Rio de Janeiro e da Universidade Federal do Amazonas publicou recentemente uma avaliação do monocultivo e policultivo do camarão-branco e do parati em sistema de bioflocos e água clara. O policultivo prejudicou o desempenho dos camarões. Enquanto o floco microbiano contribuiu significativamente para o crescimento e melhoria da conversão alimentar dos juvenis de camarão, para os paratis o desempenho foi superior para a maioria das variáveis em sistema de água clara.

A possibilidade de criação de juvenis de paratis e camarão-branco em sistemas onde há uma fonte suplementar de alimento (bioflocos), pode ser uma alternativa para aperfeiçoar a produção em cativeiro, melhorar a qualidade de água, reduzir as descargas dos efluentes e a introdução de doenças. Os juvenis de camarão-branco e parati foram capturados por pescadores artesanais da Ilha da Madeira, Itaguaí, Rio de Janeiro. Índices zootécnicos, como peso final, ganho de peso, taxa de crescimento específico, conversão alimentar aparente, produtividade e sobrevivência, foram avaliados. O parati em monocultivo e policultivo na menor densidade de estocagem (5 m²) apresentaram peso final, ganho de peso e taxa de crescimento específico superiores ao policultivo na maior densidade (10 m²).