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Preço do pescado

Previsão de tempo

Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

Pesca

CyberTracker, uma ferramenta inovadora para o mapeamento de recursos pesqueiros

A participação de comunidades locais na gestão dos recursos marinhos contribui para a sua sustentabilidade e a longevidade em diversas áreas costeiras. Em uma comunidade pesqueira do norte do Moçambique, apesar das mulheres serem as principais fornecedoras de alimento e renda, pouco participam da tomada de decisão sobre a gestão das pescarias. A pesquisadora Sophie Paul e colaboradores avaliaram o uso de smartphones como ferramenta para que as pescadoras mapeassem áreas de pesca pouco conhecidas. Além de demonstrar seu conhecimento ecológico local, as informações serviram de ponte para o envolvimento das mulheres na elaboração de um plano de manejo espacial da pesca. Os pesquisadores concluíram que o mapeamento baseado na comunidade através de ferramentas simples desenvolvidas nessa pesquisa pode ajudar a conectar os grupos comunitários locais e os sistemas formais de governança, fornecendo um exemplo positivo e prático de co-gestão.

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Variações de longo prazo da pesca no extremo sul do Brasil

Em dezembro do ano passado, os pesquisadores da FURG Manuel Haimovici e Luis Gustavo Cardoso publicaram uma revisão sobre o ciclo de vida, a pesca e a gestão dos principais recursos pesqueiros da Lagoa dos Patos e das águas costeiras adjacentes: bagre, miraguaia, raia viola, corvina, castanha, pescadinha real, maria-mole, anchova, tainha, camarão rosa e siri azul. Nas últimas décadas, os desembarques de peixes no Rio Grande diminuíram mais de 60% e os principais  recursos pesqueiros estão sobreexplotados. A proteção legal tem se revelado insuficiente e a pesca intensa por parte de um grande número de embarcações industriais e de pequena escala ainda continua. O futuro dos recursos pesqueiros estuarinos e costeiros é incerto e é improvável a recuperação das grandes espécies de ciclo de vida longo que ocupam os níveis tróficos superiores.

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O descarte de óleo lubrificante das embarcações pesqueiras de Santarém, PA

Corpos hídricos podem ser severamente afetados pelo descarte irregular de óleos lubrificantes utilizados por embarcações de pesca e passeio. A maioria das embarcações pesqueiras da Amazônia utiliza motores de combustão interna, cujas partes móveis requerem substâncias lubrificantes. Nos portos de Santarém, Pará, pesquisadores da UFOPA entrevistaram mestres e proprietários de embarcações de pesca de pequeno e médio porte para compreender como ocorre o descarte desses óleos lubrificantes. Os resultados da pesquisa mostraram que 72% do óleo são reutilizados em serrarias ou reaproveitados no uso de motoserras, 16% são acondicionados em recipientes e posteriormente usados como veneno para matar formigas e cupim e 12 % são descartados em rios, lagos e solos. Apenas 10% dos entrevistados relataram que receberam orientações da Capitania Fluvial de Santarém (Marinha do Brasil) sobre o correto acondicionamento e destinação do resíduo. Todos os entrevistados afirmaram não possuir informações sobre a existência de instituições públicas ou privadas que realizam a coleta, acondicionamento e destinação adequada dos resíduos.

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O envelhecimento dos pescadores de camarão-rosa em Tramandaí

Pesquisadores da FURG publicaram este ano um estudo sobre o perfil dos pescadores artesanais de camarão-rosa no sistema estuarino-lagunar de Tramandaí, o segundo maior estuário do RS. A cada ano a pesca vem diminuindo, tanto em profissionais que atuam quanto em quilos de camarão capturado. Em 2012, foram capturados por semana cerca de 104 kg de camarão e, em 2013, somente 61,2 kg. Embora consigam manter suas famílias com a pesca, os pescadores mostram-se insatisfeitos com a profissão. A pouca escolaridade e a falta de oportunidades em outras ocupações, no entanto, fazem com que não pretendam abandonar a atividade pesqueira.

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Redes biodegradáveis: o fim da pesca fantasma?

Quando redes de pesca sintéticas não biodegradáveis são perdidas, abandonadas ou devolvidas ao mar, elas podem continuar a capturar peixes e outros animais por um longo período de tempo. Este fenômeno é conhecido como "pesca fantasma". Redes de pesca biodegradáveis, por outro lado, se decompõem após certo tempo sob a água, perdendo assim a sua capacidade de pesca fantasma mais rapidamente do que uma rede convencional. Pesquisadores coreanos publicaram recentemente um estudo sobre a eficiência de redes biodegradáveis produzidas a partir de copoliester sintético e ácido succínico, comparando-as às redes sintéticas convencionais feitas de poliamida (nylon). Os resultados mostraram que não houve diferenças significativas entre o desempenho dos dois tipos de rede com relação à captura de peixes. No entanto, as redes biodegradáveis começaram a degradar dois anos após a imersão na água do mar, não oferecendo mais perigo aos organismos aquáticos.

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