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Preço do pescado

Previsão de tempo

Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

Notícias sobre a biologia dos organismos aquáticos

Instituto de Pesca conduz estudo sobre a reprodução do mero (Epinephelus itajara) em cativeiro

Fonte: Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca de São Paulo (IP) está conduzindo uma pesquisa sobre a reprodução do mero (Epinephelus itajara) em cativeiro. O mero é um peixe marinho da família dos serranídeos e encontra-se na lista vermelha das espécies ameaçadas da União Internacional para Conservação da Natureza. A sua captura está proibida desde 2002 no Brasil. O pesquisador Eduardo Sanches coordenada o estudo que tem o objetivo de desenvolver um banco de sêmen da espécie, avaliar a variabilidade genética e obter os primeiros exemplares  produzidos em cativeiro.

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Estudantes da UDESC monitoram baleias francas em Laguna

Estudantes de Engenharia de Pesca da UDESC começaram em agosto o monitoramento da população de baleias francas (Eubalaena australis) na região de Laguna, numa parceria com o Projeto Baleia Franca e o Laguna Turist Hotel, sob a coordenação do Professor Pedro Volkmer de Castilho. As observações são feitas a partir do mirante do hotel, um local privilegiado com vista para as duas principais praias de Laguna, a praia do Mar Grosso e a praia do Gi, cobrindo 5 km de extensão. No inverno, as baleias francas migram da Antártica para águas mais quentes, percorrendo milhares de quilômetros, para se reproduzir e criar seus filhotes. Após o parto, as fêmeas cuidam dos filhotes por 2 anos. É por isso que elas demoram cerca de 3 anos para retornarem as águas catarinenses. Por isso a cada ano, são visualizados novos indivíduos que só serão vistos novamente em um triênio. Neste ano de 2015, pesquisadores têm registrado uma maior concentração destes mamíferos marinhos nas praias lagunenses em relação aos anos de 2013 e 2014. O monitoramento consiste em acompanhar o comportamento das baleias com ajuda de binóculos e um teodolito, aparelho que permite registrar o posicionamento geográfico do animal.

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Conheça seis fatos surpreendentes sobre o tubarão-baleia

Os tubarões-baleia são criaturas bonitas e amigáveis. Eles passam grande parte de suas vidas sozinhos, errantes nos mares. Pode-se achar exemplares deste tubarão nos mares e oceanos de águas quentes, próximas dos trópicos. Eles ocorrem da superfície até 700 metros de profundidade, mas são comumente encontrados a partir dos 100 metros. Apesar de seu comprimento médio de 10 metros ser amedrontador, este tubarão é inofensivo para nós seres humanos, se alimentando de fitoplâncton, algas e krill através de um método de sucção da água pela boca e posterior filtração dos pequenos organismos. Dentre os vários países que abrigam o tubarão-baleia os principais são Austrália, Nova Zelândia, Honduras, Filipinas, México, Tanzânia e também o Brasil. A falta de informação sobre esta espécie é surpreendente, considerando que eles destacam-se como o maior peixe da existência, habitando a Terra desde a época dos dinossauros. Se você já sabia disso, continue lendo e confira outros fatos que provavelmente você desconhece sobre o maior peixe do mundo.

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Filhote de baleia jubarte encalha na APA da Baleia Franca

Fonte: Coordenação do Protocolo de Encalhes da APA da Baleia Franca/ICMBio.

A espécie não é comum na região, mas migra desde a Antártida para o litoral nordeste brasileiro durante inverno e primavera para se reproduzir.

Um juvenil de baleia jubarte foi encontrado encalhado morto na tarde de segunda (08) na praia de Campo Bom, (Jaguaruna). O Protocolo de Encalhes da Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca/ICMBio foi acionado através do contato de pescadores com a Polícia Ambiental de Laguna. Equipes da coordenação do protocolo deslocaram-se até o local na terça pela manhã. O animal já estava em avançado estado de decomposição, mas foi possível realizar a biometria e coleta de amostra de alguns tecidos. Era um juvenil macho, medindo 9,5 metros de comprimento. Em contato com o Instituto Baleia Jubarte, ONG sediada em Caravelas na Bahia e que atua na pesquisa e conservação desta espécie, foi obtida a informação de que este é o segundo encalhe de baleia jubarte nesta temporada no Brasil, sendo o primeiro um registro realizado no Espírito Santo. No caso deste encalhe ocorrido em Jaguaruna, os primeiros registros veiculados na mídia e informações de moradores e pescadores locais, apontavam que havia uma rede presa na nadadeira caudal da baleia. Porém, quando a equipe do Protocolo chegou ao local, não localizaram este material. Até o momento ainda não foi possível identificar a causa da morte e há possibilidade de que o animal tenha ido a óbito em função deste enredamento. Investigações serão realizadas para que se busque identificar as causas da morte.

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Fique atento, acidentes com peixes peçonhentos são mais comuns do que se imagina

Acidentes com peixes peçonhentos são mais frequentes do que se imagina, e tão ou mais graves quanto os ocorridos com cobras e escorpiões. Os mais perigosos são: niquins (Thalassophryne nattereri), bagres (Cathrops spixii e Genidens genidens), peixes-escorpião (Scorpaena plumieri e Scorpaena brasiliensis) e arraias (gênero Potamotrygon). Diferentes de peixes venenosos, os peixes peçonhentos possuem um aparato que permite injetar seu veneno no organismo de outro animal, como os ferrões e espinhos. Já existem pesquisas sendo feitas no Instituto Butantã, coordenadas pela Bióloga Mônica Lopes Ferreira, para a produção de um único soro com o intuito de neutralizar o veneno de todos esses peixes, pois não existe uma terapia  comprovada para estes acidentes. A gravidade do acidente depende da quantidade de veneno inoculada, podendo causar dor, edemas, necroses e até efeitos sistêmicos.

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