Get Adobe Flash player

Preço do pescado

Previsão de tempo

Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

Pescarias pelo mundo

A pesca de camarão na baía do Monte Saint-Michel

As maiores marés da Europa ocorrem na Baía de Saint-Michel, situada no norte da França, entre a Normandia e a Bretanha. Com uma amplitude de 13 metros, a maré baixa rapidamente e deixa descoberta a maior região entre-marés do país. Mas seu retorno também é rápido, fato que deu origem à consagrada expressão “a maré sobe com a velocidade de um cavalo galopando”. Ao longo dos séculos, 40 pescarias diferentes foram descritas para aproveitar esta grande amplitude de maré, e cerca de 20 ainda são praticadas. Entre as pescarias desembarcadas ou “a pé” tradicionais da Baía do Monte Saint-Michel, as que utilizam redes fixas são as mais importantes. Apesar das redes de emalhe e tresmalho serem raras, as redes fixas chamadas “tézures” ainda são usadas por pescadores amadores e profissionais na captura de camarão. A instalação destas redes só é possível com uma autorização prévia, e todos os anos os pescadores devem informar em um mapa a sua posição. Os amadores tem uma limitação de 10 redes, e para os profissionais este número é livre.

Leia mais...

A pesca do espadarte no Estreito de Messina

Todos os anos, entre os meses de maio e agosto, os espadartes do Mediterrâneo atravessam o Estreito de Messina, entre a Calábria e a Sicília, uma das principais áreas de desova da espécie. E é lá que os esperam estranhas embarcações onde se pratica, ainda hoje, a pesca tradicional de arpão

Foto: Massimo Valicchia

Antes eles eram chamados de "luntri", pequenos barcos a remo com um mastro no centro onde ficava o vigia. Uma vez avistado o peixe, os remadores iam em sua direção e rapidamente o arpoador arremessava sua lança com a força de seu braço. A técnica atual é a mesma, mas o mastro cresceu para melhorar o campo de visão (30 metros de altura) e no topo há uma plataforma que pode acomodar três pessoas, incluindo o homem do leme. O local de arremesso do arpão é formado por uma passarela de 40 metros. A propulsão, claro, é a motor. Este tipo de pesca permite selecionar indivíduos adultos, mas, infelizmente, está desaparecendo, esmagado pela concorrência de navios de pesca com redes muito longas que capturam, sem distinção, todos os tipos de peixes, baleias e golfinhos. Os últimos barcos existentes ainda navegam no Estreito de Messina, graças a algumas famílias que mantêm a tradição.

Leia mais...

Pesca de palafitas no Sri Lanka

A pesca de palafitas é típica do Sri Lanka, ao largo da costa da Índia no oceano Índico. Os pescadores se sentam em uma barra transversal chamada de Petta, amarrada a um poste vertical a poucos metros da praia. Nesta posição elevada, de aproximadamente 2 metros, os pescadores lançam sua linha e esperam pelo peixe - arenques e pequenas cavalas. Embora pareça primitiva e antiga, a pesca de palafitas é uma tradição recente. Acredita-se que tenha começado durante a Segunda Guerra Mundial, quando a escassez de alimentos e pontos de pesca superlotados levaram alguns homens a tentar pescar na água.

Leia mais...

A pesca de truta e salmão com “coracles” no País de Gales

Coracles são barcos simples, feitos de uma estrutura de madeira tecida na forma de uma tigela, grande o suficiente para um homem se sentar. Originalmente, estes barcos eram recobertos de pele impermeabilizada com uma mistura fervida de alcatrão e óleo de linhaça. Esta pescaria existe há centenas de anos e foi descrita por Julio César durante a invasão romana na Grã-Bretanha. Coracles são leves e portáteis, e podem ser facilmente transportados nos ombros do pescador. A pesca é realizada por dois pescadores, um em cada coracle. A rede é esticada através do rio entre os dois coracles. Com uma mão os pescadores seguram a rede, e com a outra seguram um remo para orientar o barco. Quando um peixe é capturado, cada um puxa a sua extremidade da rede até que os dois coracles se toquem. O grau de dificuldade aumenta pelo fato da pesca ocorrer apenas à noite.

Leia mais...

O ritual de pesca do povo Dogon

Fonte: Odditycentral

O povo Dogon habita o Mali e o Burkina Faso, no continente Africano. Cerca de 200 mil deles vivem em Mali, uma remota região no interior da África Ocidental, onde a maioria reside em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, ao leste do Rio Níger. Os dogons possuem um elevado conhecimento sobre o sistema estelar, porém não é somente este conhecimento que impressiona neste povo. Uma vez por ano, os homens desta tribo correm para Lago de Bamba, que está localizado na parte norte do país, para o início do evento denominado Antogo, que eles consideram sagrado, na esperança de capturar ao menos um peixe. O lago em si é uma raridade se considerarmos que o país é compreendido na sua maior parte pelo deserto do Saara.

Leia mais...

Mais Artigos...