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Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

As famosas sardinhas “millésimes”

A cada ano, as grandes indústrias de enlatados francesas, como La Perle des Dieux, lançam uma série limitada de sardinhas chamadas “millésimes” em latas lindamente ilustradas, como a da figura acima. E "millésime", como no caso do vinho, indica o ano em que as sardinhas foram capturadas, e assim como os vinhos, somente produtos muito superiores são "millésimés". Os que compram estas sardinhas têm o objetivo claro de transgredir todas as regras sanitárias e esperar de seis a dez anos após a data de fabricação para consumí-las, muito além do prazo de validade indicado na lata. Para que esperar tanto? Segundo os especialistas, para que as texturas e aromas se intensifiquem, transformando o produto em algo absolutamente divino. E o que faz uma lata de sardinha ser classificada como "millésime" é tanto a época de captura da sardinha quanto o processo de fabricação.

A safra da sardinha na costa atlântica da França se estende de abril a setembro. Para as millésimes são escolhidas apenas as capturadas na primavera por embarcações artesanais. As sardinhas, super frescas e nunca congeladas, são mergulhadas em salmoura, separadas uma a uma, descabeçadas e evisceradas à mão. Depois de limpas e alinhadas em cestos, elas são colocadas para secar algumas horas. Em seguida vem a etapa do cozimento. Elas são mergulhadas em óleo (e não no vapor como as sardinhas comuns) e deixadas escorrendo toda a noite. No dia seguinte, com uma tesoura corta-se a nadadeira caudal e finalmente as sardinhas são colocadas em suas latas de luxo. Recobertas de óleo de girassol, amendoim ou azeite de oliva, elas são estocadas por seis meses em uma adega. As sardinhas millésimes podem ser consumidas em até 10 anos, cuidando para virar as latas a cada 6 meses. Em geral é servida como aperitivo, acompanhada de pão e um fio de azeite de oliva (ou manteiga se quiser manter a tradição bretã).

Fontes: http://stephanedecotterd.com/, http://loftkitchen.lesoir.be/

Foto: www.laperledesdieux.com

 

As famosas sardinhas “millésimes”

 

Assim como

As famosas sardinhas “millésimes”

 

Assim como o vinho, as sardinhas em óleo envelhecem bem, bastando virar de vez em quando a lata. Mas é claro que, assim como o vinho, existem sardinhas e sardinhas. A cada ano, as grandes indústrias da conserva francesas lançam uma série limitada de sardinhas “millésimes”, em latas ilustradas por artistas que se tornam objetos de desejo de colecionadores. Mas o que faz esta sardinha ser classificada como millésime são uma série de cuidados ao longo do processo. A safra da sardinha na costa atlântica da França vai de abril a setembro. Para as millésimes, são escolhidas as capturadas entre abril e junho. As sardinhas, super frescas, são mergulhadas em salmoura, triadas uma a uma, descabeçadas e evisceradas à mão. Depois de limpas e alinhadas em cestos, elas são colocadas para secar algumas horas. Em seguida vem a etapa do cozimento. Elas são mergulhadas em óleo e deixadas escorrendo toda a noite. No dia seguinte, com uma tesoura corta-se a nadadeira caudal e finalmente elas são colocadas em suas latas de luxo. Recobertas de óleo de girassol, amendoim ou azeite de oliva, elas são estocadas por seis meses em uma adega, assim como os grands crus.

 

As sardinhas millésimes podem ser consumidas em até 10 anos, cuidando para virar as latas a cada 6 meses. Depois de alguns anos, o gosto e a textura da sardinha se modificam, a coluna e os espinhos se dissolvem enquanto a sardinha fica com um aspecto de confitada. Acompanhada de pão e um fio de azeite de oliva, é um aperitivo digno dos grandes restaurantes.

 

Fontes: http://stephanedecotterd.com/

 

o vinho, as sardinhas em óleo envelhecem bem, bastando virar de vez em quando a lata. Mas é claro que, assim como o vinho, existem sardinhas e sardinhas. A cada ano, as grandes indústrias da conserva francesas lançam uma série limitada de sardinhas “millésimes”, em latas ilustradas por artistas que se tornam objetos de desejo de colecionadores. Mas o que faz esta sardinha ser classificada como millésime são uma série de cuidados ao longo do processo. A safra da sardinha na costa atlântica da França vai de abril a setembro. Para as millésimes, são escolhidas as capturadas entre abril e junho. As sardinhas, super frescas, são mergulhadas em salmoura, triadas uma a uma, descabeçadas e evisceradas à mão. Depois de limpas e alinhadas em cestos, elas são colocadas para secar algumas horas. Em seguida vem a etapa do cozimento. Elas são mergulhadas em óleo e deixadas escorrendo toda a noite. No dia seguinte, com uma tesoura corta-se a nadadeira caudal e finalmente elas são colocadas em suas latas de luxo. Recobertas de óleo de girassol, amendoim ou azeite de oliva, elas são estocadas por seis meses em uma adega, assim como os grands crus.

 

As sardinhas millésimes podem ser consumidas em até 10 anos, cuidando para virar as latas a cada 6 meses. Depois de alguns anos, o gosto e a textura da sardinha se modificam, a coluna e os espinhos se dissolvem enquanto a sardinha fica com um aspecto de confitada. Acompanhada de pão e um fio de azeite de oliva, é um aperitivo digno dos grandes restaurantes.

 

Fontes: http://stephanedecotterd.com/

As famosas sardinhas “millésimes”

 

Assim como o vinho, as sardinhas em óleo envelhecem bem, bastando virar de vez em quando a lata. Mas é claro que, assim como o vinho, existem sardinhas e sardinhas. A cada ano, as grandes indústrias da conserva francesas lançam uma série limitada de sardinhas “millésimes”, em latas ilustradas por artistas que se tornam objetos de desejo de colecionadores. Mas o que faz esta sardinha ser classificada como millésime são uma série de cuidados ao longo do processo. A safra da sardinha na costa atlântica da França vai de abril a setembro. Para as millésimes, são escolhidas as capturadas entre abril e junho. As sardinhas, super frescas, são mergulhadas em salmoura, triadas uma a uma, descabeçadas e evisceradas à mão. Depois de limpas e alinhadas em cestos, elas são colocadas para secar algumas horas. Em seguida vem a etapa do cozimento. Elas são mergulhadas em óleo e deixadas escorrendo toda a noite. No dia seguinte, com uma tesoura corta-se a nadadeira caudal e finalmente elas são colocadas em suas latas de luxo. Recobertas de óleo de girassol, amendoim ou azeite de oliva, elas são estocadas por seis meses em uma adega, assim como os grands crus.

 

As sardinhas millésimes podem ser consumidas em até 10 anos, cuidando para virar as latas a cada 6 meses. Depois de alguns anos, o gosto e a textura da sardinha se modificam, a coluna e os espinhos se dissolvem enquanto a sardinha fica com um aspecto de confitada. Acompanhada de pão e um fio de azeite de oliva, é um aperitivo digno dos grandes restaurantes.

 

Fontes: http://stephanedecotterd.com/