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Preço do pescado

Previsão de tempo

Tempo e mar

Fonte: EPAGRI


MAR AGITADO E VENTOS FORTES

Chuí a Laguna

Sexta-feira, ventos de S a SW, força 3 a 5 e rajadas de 60 a 80 km/h. Ondas de S a SE de 2.0 a 2.5 m e picos de 3.0 a 4.0 m. Mar muito agitado e totalmente desaconselhável a navegação de pequenas e médias embarcações.. Para saber mais clique aqui.

Pescarias pelo Brasil

Tainha ou anchova?

Não é só na hora de falar de sabor que essa dúvida aparece. Na hora da pescaria também.

No sul do Brasil a pesca da tainha (Mugil liza) e da anchova (Pomatomus saltatrix) ocorre simultaneamente durante alguns meses do ano. E é aí que o bicho pega: tainha ou anchova? A comunidade pesqueira do Farol de Santa Marta conhece bem este dilema. A safra da tainha inicia em maio, e provoca uma corrida dos botes licenciados que esperam todo o ano pela migração dos grandes cardumes. Diferente da tainha, que é capturada somente durante o período de reprodução, a anchova encontra-se no litoral o ano todo. Somente os botes maiores do Farol são utilizados para a pesca da tainha e da anchova, já que possuem uma maior capacidade de carga e motores mais potentes. Estas características são importantes para a pesca da anchova na conhecida laje de Campo Bom.

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A pesca amadora no litoral do Rio Grande do Sul

Se considerarmos todos os estados litorâneos do Brasil, o número de licenças de pesca amadora solicitadas ao IBAMA no ano de 2004 foi de 41.340. Deste total, 3.106 (7,5%) licenças foram emitidas somente pelo estado do Rio Grande do Sul. A licença de pesca é obtida através do pagamento de uma taxa anual, sendo válida em todo o território nacional. Onde o limite de captura e transporte por pescador amador em águas marinhas ou estuarinas é de 15 kg mais um exemplar, respeitando os tamanhos mínimos permitidos de cada espécie, e todas as outras proibições e normas federais, estaduais e municipais. A pesca amadora no litoral do Rio Grande do Sul se caracteriza, predominantemente, sem a utilização de embarcações de pesca. As principais espécies exploradas são os papa-terras Menticirrhus littoralis e M. americanus, mas outras espécies de teleósteos e elasmobrânquios são observados com maior ou menor frequência dependendo do local e época da pescaria. Elasmobrânquios são capturados com uma maior frequência por pescadores que utilizam plataformas de pesca.

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A pesca do polvo-comum (Octopus vulgaris) com potes no sudeste e sul do Brasil

O polvo-comum é uma espécie que possui uma ampla distribuição ao longo do litoral brasileiro, com maior abundância nas regiões sudeste e sul, em profundidades de até 200 metros. Com um ciclo de vida relativamente curto, pouco mais de um ano, seu recrutamento anual e biomassa podem variar acentuadamente em função de oscilações ambientais. Até o início dos anos 2000 a captura do polvo-comum era exclusivamente oriunda da frota de arrasto de fundo com portas, como fauna acompanhante da pesca de camarões. O método de pesca utilizando potes teve seu início no estado de São Paulo no ano de 2003. No ano de 2008 observou-se uma concentração de esforço de pesca no sul de Santa Catarina, e algumas viagens para ao sul de Rio Grande (RS).

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Atuneiros capixabas: artesanais só na aparência

Localizado na cidade de Itapemirim, sul do Espírito Santo, o distrito de Itaipava carrega a fama de possuir pescadores e marceneiros navais habilidosos. E isto tem relação com a frota pesqueira deste lugar. Com relações de trabalho em regime de parceria entre os pescadores e o aspecto dos barcos, Itaipava apresenta características de pesca artesanal, porém não se deixe enganar pelas aparências. Com elevados volumes de pescados desembarcados capturados em pesqueiros distantes, a pescaria em Itaipava se assemelha muito com a pesca industrial. O recurso alvo são os grandes peixes pelágicos oceânicos, como atuns e afins. Peixes com estas características se agregam ao redor de plataformas de petróleo e outras estruturas flutuantes. No caso de Itaipava, as áreas de pesca estão localizadas no entorno das plataformas de petróleo da Bacia de Campos, o maior campo petrolífero do país, a mais de 200 milhas de distância da sede do distrito. Nas décadas de 1980 e 1990, os pescadores de Itaipava pescavam com linha na plataforma continental externa e no talude superior, suprindo o mercado do Rio de Janeiro com peixes como o pargo-rosa (Pagrus pagrus), olho-de-cão (Priacanthus spp.), batata (Lopholatilus villari), namorado (Pseudopercis spp.) e cherne (Epinephelus niveatus). Foi só no final da década de 1990 e início da década de 2000 que a frota pesqueira se redirecionou para a pesca dos atuns e afins, tendo como principal alvo a albacora-laje (Thunnus albacares), o dourado (Coryphaena hippurus), e a meca (Xiphias gladius). Além do deslocamento para pesqueiros mais distantes, as embarcações incorporaram métodos de pesca típicos da frota industrial atuneira, como o “longline”, embora com menor comprimento de linha e número de anzóis.

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Os Enawenê Nawê do Mato Grosso

Fonte: Survival International

Os Enawenê Nawê são uma tribo composta por 641 índios que vivem nas florestas do Estado de Mato Grosso. Esta tribo é uma das poucas no mundo que não consome carne vermelha. Pescadores experientes, os Enawenê Nawê utilizam anzóis, venenos vegetais, arco e flecha, pequenas e grandes armadilhas e construções de barragens para aproveitar as secas e enchentes dos rios e lagos da região. O uso de cada arte de pesca depende do nível dos rios. A relação com a pesca não se restringe apenas ao consumo, os peixes são fundamentais para a realização de rituais. O mais importante é o Yãkwa, intercâmbio entre os seres humanos e os espíritos, que dura quatro meses.

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