O solo catarinense se presta às mais diversas culturas agrícolas e ainda tem muitas áreas a cultivar.
Seu subsolo é um dos mais ricos do país.
Santa Catarina possui a terceira maior reserva de argila cerâmica do Brasil, a segunda maior de fosfatados naturais e de quartzo e a primeira em carvão mineral para siderurgia, de fluorita e de sílex.
Todas essas reservas são economicamente viáveis e estão em processo de produção.
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Efeito de lodo de esgoto sobre patógenos habitantes do solo e severidade de oídio da soja
Terra protegida, lavoura produtiva
Com práticas conservacionistas, Brasil faz uma agricultura eficiente e de baixo impacto ambiental
Quem percorre de carro algumas regiões do Paraná enxerga às margens das rodovias inúmeras lavouras, em sua maioria de soja e milho. Em um primeiro momento, a beleza das lavouras em crescimento – aquelas que resistiram aos períodos de estiagem e se desenvolveram – chama a atenção, mas um observador mais atento perceberá a grande quantidade de palha depositada na terra.
O que pode parecer um descuido com a plantação é na verdade o Sistema Plantio Direto (SPD), uma das práticas agrícolas conservacionistas que mais contribuem para a redução das emissões de poluentes e preservação do solo. Consiste em após a colheita, deixar a palha que sobra, no solo e não revolver a terra. Assim, a eliminação de CO2 na atmosfera é menor.
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Chuva sólida pode ajudar a agricultura durante a seca

O engenheiro mexicano Sergio Rico, do Instituto Nacional de Politécnica, criou um gel parecido com o usado em fraldas descartáveis de bebês. Parecido com uma chuva sólida, ele pode ajudar a agricultura em períodos de seca.
Nos últimos dez anos, o norte do México sofreu terríveis secas. Sergio Rico, sensível aos problemas da fome, pobreza e migração, procurou maneiras de usar a chuva nessas terras secas e áridas. Então, ele conseguiu.
Efeitos da simulação da solarização do solo com materiais vegetais sobre o crescimento micelial de fungos fitopatogênicos habitantes do soloA incorporação de materiais vegetais específicos associados à solarização do solo tem sido um avanço promissor no controle de fungos fitopatogênicos habitantes do solo. O objetivo do trabalho foi avaliar determinados efeitos da incorporação e decomposição de brócolis, mamona, mandioca brava e mansa, no solo, em condições de microcosmo mantido em BOD (37±2ºC), sobre o micélio de Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici Raça 2, Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani AG-4 HGI e de Sclerotium rolfsii.
Feira de Negócios, Tecnologia Agrícola e Agropecuária
A Agrovia 2012 será realizada de 16 a 19 de Maio e contará com uma comissão organizadora, com autoridades e empresários do setor, visando o aprimoramento do evento e melhorias para o expositor e para o visitante. Pó de rocha como fertilizante é saída para agricultura, dizem especialistasPrática conhecida como rochagem pode se tornar alternativa para redução de custos de produção da agricultura, bem como diminuir a dependência de insumos importados. A utilização de pó de rocha como fertilizante e corretivo do solo é uma alternativa para o País reduzir custos de produção da agricultura e romper com a atual dependência de insumos importados, sem comprometer a produtividade das lavouras. A adoção da prática, conhecida como rochagem, foi defendida por todos os especialistas reunidos nesta terça-feira (7) em debate na Comissão de Meio Ambiente (CMA). Conforme explicaram os pesquisadores, rochagem é a incorporação de rochas moídas ao solo, como forma de tornar a terra menos ácida e mais fértil. Quando aplicados no solo, os diferentes minerais existentes nas rochas também ajudam a recuperar solos pobres e a renovar a fertilização das áreas de exploração agrícola. Para ler a noticia completa clique aqui MODIFICAÇÕES QUÍMICAS EM SOLOS ÁCIDOS OCASIONADAS PELO MÉTODO DE APLICAÇÃO DE CORRETIVOS DA ACIDEZ E DE GESSO AGRÍCOLARESUMO: Os benefícios do calcário aplicado sobre a superfície do solo no rendimento vegetal podem estar associados à melhoria na composição química das águas de percolação. Esse trabalho objetivou avaliar alterações na fase sólida e na solução percolada em dois solos ácidos (Latossolo Bruno Álico e Cambissolo Húmico Álico), ocasionadas pelo método de aplicação (na superfície ou incorporado) de corretivos da acidez (CaCO3 e MgCO3) e de gesso agrícola. O CaCO3 foi utilizado na dose equivalente a 0,25 daquela necessária para elevar o pH a 6,0, e os demais em doses molares equivalentes.
Seminário Brasileiro Sobre Desastres Naturais, em Rio Claro/SP
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Relações entre ocorrência do Mal-de-Panama em bananeira da cv. Nanicão e nutrientes no solo e nas folhasO presente trabalho teve como objetivo verificar se os sintomas incitados na bananeira cv. Nanicão, do subgrupo Cavendish, na região do Vale do Ribeira, estão relacionados com níveis de nutrientes no solo e nas folhas. Foram separadas 16 áreas na região, sendo a metade com plantas sintomáticas e a outra com plantas sadias. Nessas áreas, coletou-se a terceira folha de cinco plantas e o solo junto a essas mesmas plantas, nas profundidades de 0 a 20 cm e de 20 a 40 cm. Em ambas as profundidades do solo amostrado, níveis de Ca, Mg, PO-34, S e da capacidade de trocas catiônicas (CTC) foram significativamente diferentes entre as áreas, sendo que os valores baixos destes elementos estavam presentes nas áreas contendo plantas sintomáticas.
Cultivo da mandioca no sistema de plantio direto
CÁTIONS TROCÁVEIS, CAPACIDADE DE TROCA DE CÁTIONS E SATURAÇÃO POR BASES EM SOLOS BRASILEIROS ADUBADOS COM COMPOSTO DE LIXO URBANORESUMO: O uso agrícola do composto de lixo, como fertilizante orgânico, além de melhorar as propriedades do solo, representa uma alternativa importante para gestão de resíduos sólidos domiciliares. Foram estudados os efeitos da aplicação do composto de lixo, proveniente da cidade de São Paulo (Usina de compostagem São Matheus), na dose de 30 g dm-3 (60 t ha-1), na presença e ausência de calcário dolomítico e adubos minerais, sobre os teores de cátions trocáveis (K+, Ca2+, Mg2+ e Na+); a capacidade de troca de cátions (CTC) e a saturação por bases (V%) de 21 solos ácidos e 5 solos alcalinos. Nos solos alcalinos o calcário foi substituído por gesso.
Boas práticas de manejo reduzem risco de erosão
Nos últimos 30 anos, muitos produtores adotaram práticas conservacionistas, principalmente o sistema plantio direto (SPD). Esse sistema é uma das técnicas agrícolas sustentáveis do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC). Planta do Cerrado usa folhas subterrâneas para capturar e digerir vermes
A descoberta foi descrita na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) por pesquisadores brasileiros, americanos e australianos. PRODUTIVIDADE AGRÍCOLA DE CULTIVARES DE CANA-DE-AÇÚCAR EM DIFERENTES SOLOS E ÉPOCAS DE COLHEITAA cultura da cana-de-açúcar é destaque no cenário agrícola do Brasil, sendo cultivada em vários tipos de ambiente (associação de clima e solo). O estudo das respostas dos diferentes cultivares em cada ambiente de produção auxilia a maximizar a exploração econômica da cultura. Neste contexto, três experimentos em blocos completos casualizados com quatro repetições foram delineados para determinar as produtividades de colmos e a pol % cana de nove cultivares de cana-de-açúcar em dois solos: Planossolo mesotrófico textura arenosa/média (PL) e Podzólico Vermelho Amarelo mesotrófico textura arenosa/média (PV). |
- Unidades de colheita: estratégia para evitar a compactação dos solos florestais
- Fenóis derivados da lignina, carboidratos e aminoaçúcares em serapilheira e solos cultivados com eucalipto e pastagem
- Avaliação da susceptibilidade de solos gnaissicos à erosão subsuperficial
- Variabilidade espacial de atributos do solo para adoção do sistema de agricultura de precisão na cultura de cana-de-açúcar









A mandioca é cultivada em todas as regiões do Brasil, sendo responsável pela manutenção da segurança alimentar de muitas populações e também assume grande importância econômica na produção de alimentos, renda e empregos.
À primeira vista, a Philcoxia minensis parece uma planta delicada, com pequenas flores roxas, galhos finos e aproximadamente 20 centímetros de altura. Mas, sob a areia branca da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, ela esconde um segredo: folhas grudentas, do tamanho da cabeça de um alfinete, que atraem, capturam e digerem vermes incautos.