O solo catarinense se presta às mais diversas culturas agrícolas e ainda tem muitas áreas a cultivar.
Seu subsolo é um dos mais ricos do país.
Santa Catarina possui a terceira maior reserva de argila cerâmica do Brasil, a segunda maior de fosfatados naturais e de quartzo e a primeira em carvão mineral para siderurgia, de fluorita e de sílex.
Todas essas reservas são economicamente viáveis e estão em processo de produção.
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Pó de rocha como fertilizante é saída para agricultura, dizem especialistas
Prática conhecida como rochagem pode se tornar alternativa para redução de custos de produção da agricultura, bem como diminuir a dependência de insumos importados.
A utilização de pó de rocha como fertilizante e corretivo do solo é uma alternativa para o País reduzir custos de produção da agricultura e romper com a atual dependência de insumos importados, sem comprometer a produtividade das lavouras. A adoção da prática, conhecida como rochagem, foi defendida por todos os especialistas reunidos nesta terça-feira (7) em debate na Comissão de Meio Ambiente (CMA).
Conforme explicaram os pesquisadores, rochagem é a incorporação de rochas moídas ao solo, como forma de tornar a terra menos ácida e mais fértil. Quando aplicados no solo, os diferentes minerais existentes nas rochas também ajudam a recuperar solos pobres e a renovar a fertilização das áreas de exploração agrícola.
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